{"id":284,"date":"2017-07-02T16:48:27","date_gmt":"2017-07-02T19:48:27","guid":{"rendered":"https:\/\/casasama.org.br\/?page_id=284"},"modified":"2017-07-16T09:26:50","modified_gmt":"2017-07-16T12:26:50","slug":"oracoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/casasama.org.br\/index.php\/oracoes\/","title":{"rendered":"Ora\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 18pt; color: #000000;\"><strong>ORA\u00c7\u00c3O e PRECE<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 18pt; color: #000000;\"><strong>Evangelho segundo o Espiritismo: cap. XXVII \u2013 PEDIS E OBTEREIS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-608\" src=\"https:\/\/casasama.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/ora\u00e7\u00e3o.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/casasama.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/ora\u00e7\u00e3o.jpg 350w, https:\/\/casasama.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/ora\u00e7\u00e3o-300x171.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\"><strong>ORA\u00c7\u00c3O ou PRECE acontece pela TRANSMISS\u00c3O do PENSAMENTO<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\"><strong>Efic\u00e1cia da PRECE:&nbsp; \u201cPor isso vos digo: todas as coisas que v\u00f3s pedirdes orando, crede que as haveis de ter, e que assim vos suceder\u00e3o <\/strong>(Marcos, XI:24)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">Obs.:&nbsp; \u2018grifos nossos\u2019<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\"><strong>A prece \u00e9 uma invoca\u00e7\u00e3o: por ela nos pomos em rela\u00e7\u00e3o mental com o ser a que nos dirigimos. Ela pode ter por objeto um pedido, um agradecimento ou um louvor<\/strong>. <strong>Podemos orar por n\u00f3s mesmos ou pelos outros, pelos vivos ou pelos mortos.<\/strong> As preces dirigidas a Deus s\u00e3o ouvidas pelos Esp\u00edritos encarregados da <strong>execu\u00e7\u00e3o dos seus des\u00edgnios;<\/strong> as que s\u00e3o dirigidas aos Bons Esp\u00edritos v\u00e3o tamb\u00e9m para Deus. Quando oramos para outros seres, e n\u00e3o para Deus, aqueles nos servem apenas de intermedi\u00e1rios, de intercessores, porque nada pode ser feito sem \u00e0 <strong><u>vontade de Deus<\/u><\/strong>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">O Espiritismo nos faz compreender <strong>a a\u00e7\u00e3o da prece, ao explicar a forma de transmiss\u00e3o do pensamento<\/strong>, seja quando o ser a quem oramos atende ao nosso apelo, seja quando o nosso pensamento eleva-se a ele. Para se compreender o que ocorre nesse caso, \u00e9 necess\u00e1rio imaginar <strong>os seres, encarnados e desencarnados<\/strong>, <strong>mergulhados no fluido universal que preenche o espa\u00e7o, assim como na Terra estamos envolvidos pela atmosfera<\/strong>.<strong> Esse<\/strong> <strong>fluido \u00e9 impulsionado pela vontade, pois \u00e9 o ve\u00edculo do pensamento,<\/strong> como o ar \u00e9 o ve\u00edculo do som, com a diferen\u00e7a de que <strong>as vibra\u00e7\u00f5es<\/strong> do ar s\u00e3o circunscritas, enquanto as<strong> do fluido universal se ampliam ao infinito<\/strong>. Quando, pois, o pensamento se dirige para algum ser, na terra ou no espa\u00e7o, de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, <strong>uma <u>corrente flu\u00eddica<\/u> se estabelece de um a outro, transmitindo o pensamento, como o ar transmite o som.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>A energia da corrente est\u00e1 na raz\u00e3o direta da energia do pensamento e da vontade. \u00c9 assim que a prece \u00e9 ouvida pelos Esp\u00edritos, onde quer que eles se encontrem, assim que os Esp\u00edritos se comunicam entre si, que nos transmitem as suas inspira\u00e7\u00f5es, e que as rela\u00e7\u00f5es se estabelecem \u00e0 dist\u00e2ncia entre os pr\u00f3prios encarnados.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esta explica\u00e7\u00e3o se dirige sobretudo aos que n\u00e3o compreendem a utilidade da prece puramente m\u00edstica. N\u00e3o tem por fim materializar a prece, mas tornar compreens\u00edveis os seus efeitos, ao mostrar que ela pode exercer a\u00e7\u00e3o direta e positiva. Nem por isso est\u00e1 menos <strong>sujeita \u00e0 vontade de Deus, juiz supremo em todas as coisas, e \u00fanico que pode dar efic\u00e1cia \u00e0 sua a\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Pela prece, o homem atrai o concurso dos Bons Esp\u00edritos<\/strong>, que o v\u00eam sustentar nas suas boas resolu\u00e7\u00f5es e inspirar-lhe bons pensamentos. Ele adquire assim a for\u00e7a moral necess\u00e1ria para vencer as dificuldades e voltar ao caminho reto, quando dele se afastou; e assim tamb\u00e9m podem desviar de si os males que atrairia pelas suas pr\u00f3prias faltas. Um homem, por exemplo, sente a sua sa\u00fade arruinada pelos excessos que cometeu, e arrasta, at\u00e9 o fim dos seus dias, uma vida de sofrimento. Tem o direito de queixar-se, se n\u00e3o conseguir a cura? N\u00e3o, porque poderia encontrar na <strong>prece a for\u00e7a para resistir \u00e0s tenta\u00e7\u00f5es<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Se dividirmos os males da vida em duas categorias, sendo uma a dos que o homem n\u00e3o pode evitar, e outra a das atribui\u00e7\u00f5es que ele mesmo provoca, por sua inc\u00faria e pelos seus excessos.<\/strong> (Ver cap. V, n\u00ba 4), veremos que esta \u00faltima \u00e9 muito mais numerosa que a primeira. Torna-se pois evidente que <strong>o homem \u00e9 o autor da maioria das suas afli\u00e7\u00f5es, e que poderia poupar-se, se agisse sempre com sabedoria e prud\u00eancia.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>\u00c9 certo, tamb\u00e9m, que essas mis\u00e9rias resultam das nossas infra\u00e7\u00f5es \u00e0s leis de Deus, e que, se as observ\u00e1ssemos rigorosamente, ser\u00edamos perfeitamente felizes. Se n\u00e3o ultrapass\u00e1ssemos os limites do necess\u00e1rio, na satisfa\u00e7\u00e3o das nossas exig\u00eancias vitais, n\u00e3o sofrer\u00edamos as doen\u00e7as que s\u00e3o provocadas pelos excessos, e as vicissitudes decorrentes dessas doen\u00e7as.<\/strong> Se limit\u00e1ssemos as nossas ambi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o temer\u00edamos a ru\u00edna. Se n\u00e3o quis\u00e9ssemos subir mais alto do que podemos, n\u00e3o recear\u00edamos a queda. Se fossemos humildes, n\u00e3o sofrer\u00edamos as decep\u00e7\u00f5es do orgulho abatido. Se pratic\u00e1ssemos a lei de caridade, n\u00e3o ser\u00edamos maledicentes, nem invejosos, nem ciumentos, e evitar\u00edamos as querelas e as dissens\u00f5es. Se n\u00e3o fiz\u00e9ssemos nenhum mal a ningu\u00e9m, n\u00e3o ter\u00edamos de temer as vingan\u00e7as, e assim por diante.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Admitamos que o homem nada pudesse fazer contra os outros males; que todas as preces fossem in\u00fateis para livrar-se deles; j\u00e1 n\u00e3o seria muito, poder afastar todos os que decorrem da sua pr\u00f3pria conduta? Pois bem: neste caso concebe-se facilmente <strong>a a\u00e7\u00e3o da prece, que tem por fim atrair a inspira\u00e7\u00e3o salutar dos Bons Esp\u00edritos, pedir-lhes a for\u00e7a necess\u00e1ria para resistirmos aos maus pensamentos, cuja execu\u00e7\u00e3o pode nos ser funesta<\/strong>. E, para nos atenderem nisto, n\u00e3o \u00e9 o mal que eles afastam de n\u00f3s, <strong>mas \u00e9 a n\u00f3s que eles afastam do pensamento que nos pode causar o mal;<\/strong> <strong>n\u00e3o embara\u00e7am em nada os des\u00edgnios de Deus, nem suspendem o curso das leis naturais, mas \u00e9 a n\u00f3s que impedem de infringirmos as leis, ao orientarem o nosso livre arb\u00edtrio.<\/strong> Mas o <strong>fazem sem o perceberem<\/strong>, de <strong>maneira oculta, para n\u00e3o prejudicarem a nossa vontade<\/strong>. <strong>O homem se encontra ent\u00e3o na posi\u00e7\u00e3o de quem solicita bons conselhos e os segue, mas conservando a liberdade de segui-los ou n\u00e3o.<\/strong> Deus quer que assim seja, para que ele tenha a <strong>responsabilidade dos seus atos e para lhe deixar o m\u00e9rito da escolha entre o bem e o mal<\/strong>. \u00c9 isso o que o homem sempre receber\u00e1, se pedir com fervor, e ao que se podem sobretudo aplicar estas palavras: <strong>\u201cPedi e obtereis\u201d.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>A efic\u00e1cia da prece<\/strong>, mesmo reduzida a essas propor\u00e7\u00f5es, n\u00e3o daria imenso resultado? <strong>Estava reservado ao Espiritismo provar a sua a\u00e7\u00e3o, pela revela\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es entre o mundo corp\u00f3reo e o mundo espiritual. Mas n\u00e3o se limitam a isso os seus efeitos. A prece \u00e9 recomendada por todos os Esp\u00edritos. Renunciar a ela \u00e9 ignorar a bondade de Deus; \u00e9 rejeitar para si mesmo a sua assist\u00eancia; e para os outros, o bem que se poderia fazer.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Ao atender o pedido que lhe \u00e9 dirigido, Deus tem freq\u00fcentemente em vista recompensar a inten\u00e7\u00e3o, o devotamento e a f\u00e9 daquele que ora. Eis porque a prece do homem de bem tem mais merecimento aos olhos de Deus, e sempre maior efic\u00e1cia.<\/strong> Porque <strong>o homem vicioso e mau n\u00e3o pode orar com o fervor<\/strong> e a confian\u00e7a que s\u00f3 o sentimento da verdadeira piedade pode dar. Do cora\u00e7\u00e3o do ego\u00edsta, daquele que s\u00f3 ora com os l\u00e1bios, n\u00e3o poderiam sair mais do que palavras, e nunca os impulsos da caridade, que d\u00e3o \u00e0 prece toda a sua for\u00e7a. Compreende-se isso t\u00e3o bem que, instintivamente, preferimos recomendar-nos \u00e0s preces daqueles, cuja conduta nos parece que deve agradar a Deus, pois que s\u00e3o melhores escutados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se a prece exerce uma esp\u00e9cie de a\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica, podemos supor que o seu efeito estivesse subordinado \u00e0 pot\u00eancia flu\u00eddica. Entretanto, n\u00e3o \u00e9 assim<\/strong>. Desde que os Esp\u00edritos exercem esta a\u00e7\u00e3o sobre os homens, eles suprem, quando necess\u00e1rio, a insufici\u00eancia daquele que ora, seja atrav\u00e9s de uma a\u00e7\u00e3o direta em seu nome, seja ao lhe conferirem momentaneamente uma for\u00e7a excepcional, quando ele for julgado digno desse benef\u00edcio ou quando isso possa ser \u00fatil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O homem que n\u00e3o se julga suficientemente bom para exercer uma influ\u00eancia salutar<strong>, n\u00e3o deve deixar de orar<\/strong> por outro, <strong>por pensar que n\u00e3o \u00e9 digno de ser ouvido<\/strong>. <strong>A consci\u00eancia de sua inferioridade \u00e9 uma prova de humildade, sempre agrad\u00e1vel a Deus, que leva em conta a sua inten\u00e7\u00e3o caridosa<\/strong>. <strong>Seu fervor e sua confian\u00e7a em Deus constituem o primeiro passo do seu retorno ao bem, que os Bons Esp\u00edritos se sentem felizes de estimular. A prece que \u00e9 repelida \u00e9 a do orgulhoso, que s\u00f3 tem f\u00e9 no seu poder e nos seus m\u00e9ritos, e julga poder substituir-se \u00e0 vontade do Eterno.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O poder da prece est\u00e1 no pensamento<\/strong>, <strong>e n\u00e3o depende nem das palavras, nem do lugar, nem do momento em que \u00e9 feita. Pode-se, pois, orar em qualquer hora, a s\u00f3s ou em conjunto<\/strong>. <strong>A influ\u00eancia<\/strong> do lugar ou do tempo depende das circunst\u00e2ncias que possam <strong>favorecer o recolhimento<\/strong>. <strong><u>A prece em comum tem a\u00e7\u00e3o mais poderosa, quando todos os que a fazem se associam de cora\u00e7\u00e3o num mesmo pensamento e t\u00eam a mesma finalidade<\/u><\/strong>, porque ent\u00e3o <strong>\u00e9 como se muitos clamassem juntos e em un\u00edssono<\/strong>. Mas que importaria estarem reunidos em grande n\u00famero, se cada qual agisse isoladamente e por sua pr\u00f3pria conta? <strong>Cem pessoas reunidas podem orar como ego\u00edstas, enquanto duas ou tr\u00eas, ligadas por uma aspira\u00e7\u00e3o comum, orar\u00e3o como verdadeiros irm\u00e3os em Deus, e sua prece ter\u00e1 mais for\u00e7a do que a daquelas cem.<\/strong> (Ver cap. XXVIII, n\u00ba 4 e 5).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-609 aligncenter\" src=\"https:\/\/casasama.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/prece.jpg\" alt=\"\" width=\"604\" height=\"375\" srcset=\"https:\/\/casasama.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/prece.jpg 604w, https:\/\/casasama.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/prece-300x186.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 604px) 100vw, 604px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 18pt; color: #000000;\"><strong>NOVO TESTAMENTO:&nbsp; ler cap\u00edtulo 7 de Mateus:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">1 N\u00c3O julgueis, para que n\u00e3o sejais julgados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">2 Porque com o ju\u00edzo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos h\u00e3o de medir a v\u00f3s.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">3 E por que reparas tu no argueiro que est\u00e1 no olho do teu irm\u00e3o, e n\u00e3o v\u00eas a trave que est\u00e1 no teu olho?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">4 Ou como dir\u00e1s a teu irm\u00e3o: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">5 Hip\u00f3crita, tira primeiro a trave do teu olho, e ent\u00e3o cuidar\u00e1s em tirar o argueiro do olho do teu irm\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">6 N\u00e3o deis aos c\u00e3es as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas p\u00e9rolas, n\u00e3o aconte\u00e7a que as pisem com os p\u00e9s e, voltando-se, vos despedacem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\"><strong>7 Pedi, e dar-se-vos-\u00e1; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-\u00e1.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">8 Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-\u00e1.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 18pt; color: #000000;\">A\u00e7\u00e3o da Prece \u2013 Transmiss\u00e3o do Pensamento<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 9 \u2013 A prece \u00e9 uma invoca\u00e7\u00e3o: por ela nos pomos em rela\u00e7\u00e3o mental com o ser a que nos dirigimos. Ela pode ter por objeto um pedido, um agradecimento ou um louvor. Podemos orar por n\u00f3s mesmos ou pelos outros, pelos vivos ou pelos mortos. As preces dirigidas a Deus s\u00e3o ouvidas pelos Esp\u00edritos encarregados da execu\u00e7\u00e3o dos seus des\u00edgnios; as que s\u00e3o dirigidas aos Bons Esp\u00edritos v\u00e3o tamb\u00e9m para Deus. Quando oramos para outros seres, e n\u00e3o para Deus, aqueles nos servem apenas de intermedi\u00e1rios, de intercessores, porque nada pode ser feito sem \u00e0 vontade de Deus.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 10 \u2013 O Espiritismo nos faz compreender a a\u00e7\u00e3o da prece, ao explicar a forma de transmiss\u00e3o do pensamento, seja quando o ser a quem oramos atende ao nosso apelo, seja quando o nosso pensamento eleva-se a ele. Para se compreender o que ocorre nesse caso, \u00e9 necess\u00e1rio imaginar os seres, encarnados e desencarnados, mergulhados no fluido universal que preenche o espa\u00e7o, assim como na Terra estamos envolvidos pela atmosfera. Esse fluido \u00e9 impulsionado pela vontade, pois \u00e9 o ve\u00edculo do pensamento, como o ar \u00e9 o ve\u00edculo do som, com a diferen\u00e7a de que as vibra\u00e7\u00f5es do ar s\u00e3o circunscritas, enquanto as do fluido universal se ampliam ao infinito. Quando, pois, o pensamento se dirige para algum ser, na terra ou no espa\u00e7o, de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, uma corrente flu\u00eddica se estabelece de um a outro, transmitindo o pensamento, como o ar transmite o som.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A energia da corrente est\u00e1 na raz\u00e3o direta da energia do pensamento e da vontade. \u00c9 assim que a prece \u00e9 ouvida pelos Esp\u00edritos, onde quer que eles se encontrem, assim que os Esp\u00edritos se comunicam entre si, que nos transmitem as suas inspira\u00e7\u00f5es, e que as rela\u00e7\u00f5es se estabelecem \u00e0 dist\u00e2ncia entre os pr\u00f3prios encarnados.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esta explica\u00e7\u00e3o se dirige sobretudo aos que n\u00e3o compreendem a utilidade da prece puramente m\u00edstica. N\u00e3o tem por fim materializar a prece, mas tornar compreens\u00edveis os seus efeitos, ao mostrar que ela pode exercer a\u00e7\u00e3o direta e positiva. Nem por isso est\u00e1 menos sujeita \u00e0 vontade de Deus, juiz supremo em todas as coisas, e \u00fanico que pode dar efic\u00e1cia \u00e0 sua a\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 11 \u2013 Pela prece, o homem atrai o concurso dos Bons Esp\u00edritos, que o v\u00eam sustentar nas suas boas resolu\u00e7\u00f5es e inspirar-lhe bons pensamentos. Ele adquire assim a for\u00e7a moral necess\u00e1ria para vencer as dificuldades e voltar ao caminho reto, quando dele se afastou; e assim tamb\u00e9m podem desviar de si os males que atrairia pelas suas pr\u00f3prias faltas. Um homem, por exemplo, sente a sua sa\u00fade arruinada pelos excessos que cometeu, e arrasta, at\u00e9 o fim dos seus dias, uma vida de sofrimento. Tem o direito de queixar-se, se n\u00e3o conseguir a cura? N\u00e3o, porque poderia encontrar na <strong>prece a for\u00e7a para resistir \u00e0s tenta\u00e7\u00f5es<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 12 \u2013 Se dividirmos os males da vida em duas categorias, sendo uma a dos que o homem n\u00e3o pode evitar, e outra a das atribui\u00e7\u00f5es que ele mesmo provoca, por sua inc\u00faria e pelos seus excessos. (Ver cap. V, n\u00ba 4), veremos que esta \u00faltima \u00e9 muito mais numerosa que a primeira. Torna-se pois evidente que o homem \u00e9 o autor da maioria das suas afli\u00e7\u00f5es, e que poderia poupar-se, se agisse sempre com sabedoria e prud\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 certo, tamb\u00e9m, que essas mis\u00e9rias resultam das nossas infra\u00e7\u00f5es \u00e0s leis de Deus, e que, se as observ\u00e1ssemos rigorosamente, ser\u00edamos perfeitamente felizes. Se n\u00e3o ultrapass\u00e1ssemos os limites do necess\u00e1rio, na satisfa\u00e7\u00e3o das nossas exig\u00eancias vitais, n\u00e3o sofrer\u00edamos as doen\u00e7as que s\u00e3o provocadas pelos excessos, e as vicissitudes decorrentes dessas doen\u00e7as. Se limit\u00e1ssemos as nossas ambi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o temer\u00edamos a ru\u00edna. Se n\u00e3o quis\u00e9ssemos subir mais alto do que podemos, n\u00e3o recear\u00edamos a queda. Se fossemos humildes, n\u00e3o sofrer\u00edamos as decep\u00e7\u00f5es do orgulho abatido. Se pratic\u00e1ssemos a lei de caridade, n\u00e3o ser\u00edamos maledicentes, nem invejosos, nem ciumentos, e evitar\u00edamos as querelas e as dissens\u00f5es. Se n\u00e3o fiz\u00e9ssemos nenhum mal a ningu\u00e9m, n\u00e3o ter\u00edamos de temer as vingan\u00e7as, e assim por diante.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">Admitamos que o homem nada pudesse fazer contra os outros males; que todas as preces fossem in\u00fateis para livrar-se deles; j\u00e1 n\u00e3o seria muito, poder afastar todos os que decorrem da sua pr\u00f3pria conduta? Pois bem: neste caso concebe-se facilmente a a\u00e7\u00e3o da prece, que tem por fim atrair a inspira\u00e7\u00e3o salutar dos Bons Esp\u00edritos, pedir-lhes a for\u00e7a necess\u00e1ria para resistirmos aos maus pensamentos, cuja execu\u00e7\u00e3o pode nos ser funesta. E, para nos atenderem nisto, n\u00e3o \u00e9 o mal que eles afastam de n\u00f3s, mas \u00e9 a n\u00f3s que eles afastam do pensamento que nos pode causar o mal; n\u00e3o embara\u00e7am em nada os des\u00edgnios de Deus, nem suspendem o curso das leis naturais, mas \u00e9 a n\u00f3s que impedem de infringirmos as leis, ao orientarem o nosso livre arb\u00edtrio. Mas o fazem sem o perceberem, de maneira oculta, para n\u00e3o prejudicarem a nossa vontade. O homem se encontra ent\u00e3o na posi\u00e7\u00e3o de quem solicita bons conselhos e os segue, mas conservando a liberdade de segui-los ou n\u00e3o. Deus quer que assim seja, para que ele tenha a responsabilidade dos seus atos e para lhe deixar o m\u00e9rito da escolha entre o bem e o mal. \u00c9 isso o que o homem sempre receber\u00e1, se pedir com fervor, e ao que se podem sobretudo aplicar estas palavras: \u201cPedi e obtereis\u201d.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A efic\u00e1cia da prece, mesmo reduzida a essas propor\u00e7\u00f5es, n\u00e3o daria imenso resultado? Estava reservado ao Espiritismo provar a sua a\u00e7\u00e3o, pela revela\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es entre o mundo corp\u00f3reo e o mundo espiritual. Mas n\u00e3o se limitam a isso os seus efeitos. A prece \u00e9 recomendada por todos os Esp\u00edritos. Renunciar a ela \u00e9 ignorar a bondade de Deus; \u00e9 rejeitar para si mesmo a sua assist\u00eancia; e para os outros, o bem que se poderia fazer.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 13 \u2013 Ao atender o pedido que lhe \u00e9 dirigido, Deus tem freq\u00fcentemente em vista recompensar a inten\u00e7\u00e3o, o devotamento e a f\u00e9 daquele que ora. Eis porque a prece do homem de bem tem mais merecimento aos olhos de Deus, e sempre maior efic\u00e1cia. Porque o homem vicioso e mau n\u00e3o pode orar com o fervor e a confian\u00e7a que s\u00f3 o sentimento da verdadeira piedade pode dar. Do cora\u00e7\u00e3o do ego\u00edsta, daquele que s\u00f3 ora com os l\u00e1bios, n\u00e3o poderiam sair mais do que palavras, e nunca os impulsos da caridade, que d\u00e3o \u00e0 prece toda a sua for\u00e7a. Compreende-se isso t\u00e3o bem que, instintivamente, preferimos recomendar-nos \u00e0s preces daqueles cuja conduta nos parece que deve agradar a Deus, pois que s\u00e3o melhores escutados.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 14 \u2013 Se a prece exerce uma esp\u00e9cie de a\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica, podemos supor que o seu efeito estivesse subordinado \u00e0 pot\u00eancia flu\u00eddica. Entretanto, n\u00e3o \u00e9 assim. Desde que os Esp\u00edritos exercem esta a\u00e7\u00e3o sobre os homens, eles suprem, quando necess\u00e1rio, a insufici\u00eancia daquele que ora, seja atrav\u00e9s de uma a\u00e7\u00e3o direta em seu nome, seja ao lhe conferirem momentaneamente uma for\u00e7a excepcional, quando ele for julgado digno desse benef\u00edcio ou quando isso possa ser \u00fatil.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O homem que n\u00e3o se julga suficientemente bom para exercer uma influ\u00eancia salutar, n\u00e3o deve deixar de orar por outro, por pensar que n\u00e3o \u00e9 digno de ser ouvido. A consci\u00eancia de sua inferioridade \u00e9 uma prova de humildade, sempre agrad\u00e1vel a Deus, que leva em conta a sua inten\u00e7\u00e3o caridosa. Seu fervor e sua confian\u00e7a em Deus constituem o primeiro passo do seu retorno ao bem, que os Bons Esp\u00edritos se sentem felizes de estimular. A prece que \u00e9 repelida \u00e9 a do orgulhoso, que s\u00f3 tem f\u00e9 no seu poder e nos seus m\u00e9ritos, e julga poder substituir-se \u00e0 vontade do Eterno.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'book antiqua', palatino, serif; font-size: 14pt; color: #000000;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 15 \u2013 O poder da prece est\u00e1 no pensamento, e n\u00e3o depende nem das palavras, nem do lugar, nem do momento em que \u00e9 feita. Pode-se, pois, orar em qualquer hora, a s\u00f3s ou em conjunto. A influ\u00eancia do lugar ou do tempo depende das circunst\u00e2ncias que possam favorecer o recolhimento. A prece em comum tem a\u00e7\u00e3o mais poderosa, quando todos os que a fazem se associam de cora\u00e7\u00e3o num mesmo pensamento e t\u00eam a mesma finalidade, porque ent\u00e3o \u00e9 como se muitos clamassem juntos e em un\u00edssono. Mas que importaria estarem reunidos em grande n\u00famero, se cada qual agisse isoladamente e por sua pr\u00f3pria conta? Cem pessoas reunidas podem orar como ego\u00edstas, enquanto duas ou tr\u00eas, ligadas por uma aspira\u00e7\u00e3o comum, orar\u00e3o como verdadeiros irm\u00e3os em Deus, e sua prece ter\u00e1 mais for\u00e7a do que a daquelas cem. (Ver cap. XXVIII, n\u00ba 4 e 5 ).<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ORA\u00c7\u00c3O e PRECE Evangelho segundo o Espiritismo: cap. XXVII \u2013 PEDIS E OBTEREIS ORA\u00c7\u00c3O ou PRECE acontece pela TRANSMISS\u00c3O do PENSAMENTO Efic\u00e1cia da PRECE:&nbsp; \u201cPor isso vos digo: todas as coisas que v\u00f3s pedirdes orando, crede que as haveis de&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":8,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casasama.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/284"}],"collection":[{"href":"https:\/\/casasama.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/casasama.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casasama.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casasama.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=284"}],"version-history":[{"count":18,"href":"https:\/\/casasama.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/284\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":611,"href":"https:\/\/casasama.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/284\/revisions\/611"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casasama.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=284"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}